Por Bárbara Franco e Bruno PetroniloDoar órgãos é salvar vidas. Mas muita gente ainda tem receio de doar seus órgãos. Existem dois tipos de doadores. O doador vivo é qualquer pessoa saudável que queira doar. Pode doar um dos rins, parte do fígado, parte da medula óssea e parte do pulmão. O doador falecido são pessoas internadas em UTI que têm morte encefálica ou pessoas que morreram em decorrência de uma parada cardíaca. Infelizmente as doações são muito poucas enquanto que a fila de espera cresce cada dia. Segundo a enfermeira da central de transplantes de Pernambuco, Aldicéia Nunes, a fila de espera de pacientes que precisam passar por transplante de coração é menor do que as dos demais órgãos. Atualmente em Pernambuco quatro pessoas ainda esperam pelo coração substituto. Isso porque é o caso mais grave, pois ou a pessoa recebe um coração novo rápido ou vai a óbito. Algumas pessoas se baseiam em alguns mitos absurdos para negar-se a doar ou autorizar a doação de órgão de algum familiar que faleceu. Mas esses mitos acontecem por falta de conscientização da população. A sociedade não é preparada para esse tipo de assunto e por isso não sabe como agir quando se depara com a situação. Por isso, nos hospitais as enfermeiras contam com a ajuda de psicólogos que estão à disposição para eventuais dúvidas dos familiares e tentar de alguma forma abrir a mente para que percebam que eles ainda podem ajudar outra família. Existe também certo preconceito para com alguns pacientes recém transplantados que necessitam usar máscaras e luvas nos primeiros dias após a cirurgia. As pessoas, desabituadas com a situação, agem como se estivessem diante de uma doença altamente contagiosa. Mais uma prova da falha explicação para a sociedade sobre a situação. Precisamos, todos nós, ajudar os que precisam. Por isso temos que não só incentivar à doação de órgãos, mas explicar que através dela uma esperança de vida renasce a cada família.
Um comentário:
De minha parte, vou doar é tudo. A gente não leva nada mesmo e doando ainda salva vidas. Tá certo, meninos, tem que incentivar a doação sim. ;)
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